quinta-feira, 15 de março de 2012

Novo livro: Agamémnon de Ésquilo, tradução José Pedro Moreira


Apresentação da tradução de José Pedro Moreira de Agamémnon de Ésquilo (Edições Artefacto).

Apresentação: José Pedro Serra
Leituras encenadas: José Boavida e Miguel Santos
Música: Gustavo Sequeria e José Carlos Pontes

17 de Março de 2012, 18h30m
na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul,
Av. D. Carlos I, n.º 61, Lisboa

Pontos de venda da obra aqui.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Conferência "Deconstruyendo identidades: Apolo y Dionisio. La intrinseca duplicidad del mito"


O Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, através do seu Grupo de Investigação História Antiga e Memória Global, em colaboração com o Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra, divulga a Conferência:

«Deconstruyendo identidades: Apolo y Dionisio. La intrinseca duplicidad del mito»,

proferida pela Professora Doutora Maria Cecilia Colombani da Universidade de Buenos Aires.

Dia 17 de Fevereiro de 2012, pelas 10h00 no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Entrada livre.
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Curso de Verão "Lendas de Roma"

Loba Capitolina,
Museu Capitolini, Roma

Curso de Verão

LENDAS DE ROMA

Constituem objectivos deste curso fornecer os elementos básicos da língua latina de forma a facultar instrumentos linguísticos que permitam aceder a fontes latinas; reflectir sobre a herança latina na língua portuguesa e compreender o significado das lendas no seio da cultura romana.

Junho e Julho de 2012
Terças-feiras, 12 h às 14 h
Quintas-feiras, 12 h às 14 h
Sábados, 10 h às 13 h

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

COORDENAÇÃO:
Doutora Cristina Abranches Guerreiro
Doutora Ana Alexandra Alves de Sousa

Curso equivalente a 3 ECTS

INSCRIÇÕES LIMITADAS

Preço: 80 €

Inscrições abertas no Secretariado do Centro de Estudos Clássicos e em centro.classicos@fl.ul.pt
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Conferência ‘Tra longobardi, greci e romani: il latino nell’Italia del secolo VII’


ENCONTROS DE FILOLOGIA LATINA MEDIEVAL DE LISBOA - II CICLO 2011/2012

CONFERÊNCIA

Mirella Ferrari, (Univ. Cattolica di Milano)

‘Tra longobardi, greci e romani: il latino nell’Italia del secolo VII’

23 de Fevereiro de 2012

16h | Sala FLUL 5.2

Entrada livre, sujeita à lotação da sala.

Contactos: Centro de Estudos Clássicos
Faculdade de Letras
Cidade Universitária
1600-214 LISBOA
Tel (351)21 7920005
Fax (351)21 7920080
E-mail: centro.classicos@fl.ul.pt
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Curso Trimestral "Textos e Mitos da Antiguidade Clássica"

Vitória de Samotrácia,
Louvre, Paris
Curso Trimestral

TEXTOS E MITOS DA ANTIGUIDADE CLÁSSICA - Ecos de uma herança cultural

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Março, Abril e Maio de 2012

COORDENAÇÃO:
Doutora Cristina Abranches Guerreiro
Doutora Ana Alexandra Alves de Sousa

O curso visa dar a conhecer a recepção de alguns mitos clássicos na Cultura Ocidental; transmitir os elementos linguísticos básicos da língua grega, para permitir aceder directamente às fontes e reflectir sobre a herança linguística grega na língua portuguesa.

O curso funcionará de 6 de Março a 26 de Maio de 2012, no seguinte horário:

Terça-feira: 18 h -20 h
Sábado: 10 h -13 h

Curso equivalente a 3 ECTS

INSCRIÇÕES LIMITADAS

Preço: 120 €

Inscrições abertas no Secretariado do Centro de Estudos Clássicos e em centro.classicos@fl.ul.pt
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Jornada "Os Mitos de Criação no Mediterrâneo Antigo"

Adão e Eva de Peter Paul Rubens
Rubenhuis, Antuérpia

JORNADA DO GAMNA - Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia

"Os Mitos de Criação no Mediterrâneo Antigo"

Dias 7 a 15 de Fevereiro, sempre às 18,30 h.

Museu Nacional de Arqueologia
Praça do Império, 1400-206 Lisboa

Dia 7 - Egipto, por Luís Manuel de Araújo
Dia 8 - Mesopotâmia, por Francisco Caramelo
Dia 9 - Síria-Palestina, por José Augusto Ramos
Dia 14 - Grécia, por Nuno Simões Rodrigues
Dia 15 - Roma, por Ana Alexandra Sousa

Entrada livre.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Novo livro: The Lyric Metres of Euripidean Drama


Frederico Lourenço, The Lyric Metres of Euripidean Drama, Coimbra: Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos, 2012.

"This book is the first complete survey to appear in print in more than a hundred years and the first ever to be published in English (or any modern language, for that matter) of Euripides’ metrical practice in the songs of all his extant plays and longer lyric fragments."
Do prefácio do Autor.

Obra disponível para consulta aqui.
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Colóquio Internacional "Aristotle and Contemporary Argumentation Theory"


Colóquio Internacional "Aristotle and Contemporary Argumentation Theory"

Organização: Grupo de Investigação “Ensino de lógica & argumentação” da Unidade de I&D “Linguagem, interpretação e filosofia” (LIF/FCT).

Dia 17 de Fevereiro de 2012, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (Sala Victor de Matos).

Horário: 09:00 às 18:00 horas.

Entrada livre, sujeita a inscrição prévia.

Fonte: aqui.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Novo livro: Varia Antiqua. Estudos de Filosofia Antiga


Edição do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa com o apoio da Junta de Freguesia de Loures.

Índice de matérias aqui.

Obra consultável aqui.
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Cursos de iniciação ao Grego e ao Latim


Cursos livres (gratuitos) de iniciação às Línguas Grega e Latina.

Local: Instituto de Estudos Clássicos, Coimbra.

Contacto: consultar cartaz acima.

Fonte aqui.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Colóquio Internacional "Simulacra et Imagines Deorum"


Simulacra et Imagines Deorum - O rosto das divindades: o papel das imagens de divindades na génese da escultura no Ocidente do Império Romano

Colóquio internacional em Boticas (Portugal)

24 –27  de Maio 2012


"Os soldados romanos, mais tarde seguidos por comerciantes, aventureiros, colonos e respectivas famílias, traziam na sua bagagem não apenas bens materiais, como também heranças intelectuais, quando, no decorrer do alargamento do Império Romano durante o século II a. C., foram avançando até ao fim do mundo, até ao longínquo ocidente dos ecúmenos. A sua herança, que abrangia não só conhecimentos técnicos, mas igualmente culturais e que, a título exemplificativo, abrangia um espectro da gromática até à centuriação, métodos mais racionais do que aqueles até então utilizados para a exploração de minério até à própria organização das minas, alcançou inicialmente grupos isolados, depois, com o decorrer do tempo, a sociedade inteira e respectivas áreas de vida.

Os seus modelos suscitaram, não sem pressão militar, administrativa e social, mudanças profundas nas regiões isoladas das novas províncias. A transmissão do conhecimento por parte dos conquistadores não se dava, por regra, de igual para igual, não a um nível horizontal, olhos nos olhos, como entre parceiros culturais equivalentes, mas antes acontecia de forma unilateral, assimétrica e vertical. A cultura greco-romana era sentida como modelar pelas próprias culturas indígenas.

Simultaneamente, porém, as conquistas não levaram apenas ao alargamento da área de domínio romano e do horizonte geográfico de Roma, como também tiveram repercussões na sociedade e na cultura do próprio conquistador. A tomada de posse da península conduzia, dessa feita, a um processo abrangente de “romanização“, no qual as províncias hispânicas, tal como todas as outras zonas de margem da Europa, deveriam, por fim, tornar-se parte da cultura greco-romana.

Um olhar sobre o mapa da expansão romana torna claras as diferentes fases da conquista lenta da península. Enquanto o sul hispânico foi conquistado de forma relativamente célere em relação aos interesses romanos, o que mais tarde se tornará visível, por exemplo, na quantidade, no tamanho e no modo como as cidades são fundadas, as restantes regiões, do norte e do ocidente, são conquistadas bastante mais tarde. De um ponto de vista militar e político, o processo é concluído com a conquista dos últimos focos rebeldes no noroeste hispânico, apenas no tempo augustino. A partir de então verifica-se um aumento significativo em monumentos arqueológicos.

Alguns dos aspectos e resultados desse processo serão tratados neste  colóquio. No centro das nossas reflexões estará a concepção e criação das imagens das divindades. Já do tempo pré-romano encontramos imagens de divindades e desde muito cedo se pode falar do início de uma escultura regional. Perante este cenário tornam-se mais nítidas as alterações surgidas com a introdução de imagens de divindades romanas e da escultura romana no ocidente hispânico. O ocidente da Península Ibérica oferece mais respostas à questão da génese das imagens de divindades e seu significado para a escultura do que o oriente, em que a rede de conquistas e de transformações se apresenta mais complexa, mais repartida e diferenciada. Comparativamente, os achados arqueológicos e epigráficos do ocidente, de um tempo imperial mais tardio, oferecem uma boa base para seguirmos o processo de adopção dos modelos romanos por um período maior.

Os primeiros dois contributos que servirão de introdução ao nosso campo problemático tratam a génese da imagem da divindade na Grécia e no Egipto. A génese das imagens de divindades e da escultura encontra-se em contextos culturais diferentes. Aqui a escritura/o escrito e a possibilidade de escrita, ou seja a transmissão textual, ganha um significado especial, diferenciando-se em relação às regiões hispânicas. Segue-se uma exposição que tem como tema as figuras divinas no período de Hallstatt e no de Latène. Esta conduz-nos à questão das imagens de divindades dos períodos mais antigos da periferia ocidental do Império Romano. Também aqui será dada primazia às fontes escritas. Uma outra situação apresentam-nos os monumentos das províncias renanas romanas, em que se encontram com mais frequência, embora de forma não homogénea, imagens de divindades do que na Península Ibérica.

No centro das subsequentes exposições encontrar-se-ão os monumentos da Península Ibérica, primeiramente os monumentos do tempo pré-romano. Entre estes merecem talvez maior destaque as estátuas de guerreiros lusitano-galaicos, por um lado, e as esculturas ibéricas, por outro, uma vez que são produzidas até ao decorrer do tempo imperial romano. Seguem-se os contributos finais que têm por tema as próprias imagens de divindades romanas, com especial foco sobre as esculturas na capital de província Augusta Emerita e sobre a cunhagem de moedas, que convida, assim, a demais comparações e reflexões. Concluído o colóquio, esperamos ter aberto um horizonte mais descritível e calculável com uma maior precisão das imagens de divindades greco-romanas que serviam de modelo aos monumentos esculturais do ocidente romano."

THOMAS SCHATTNER, Director do Instituto Arqueológico Alemão de Madrid.

Fonte aqui.

Programa aqui.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

I Curso de História das Religiões «As Religiões Mediterrânicas»


O Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, através da sua linha de investigação História Antiga e Memória Global, divulga o I Curso de História das Religiões «As Religiões Mediterrânicas», coordenado pelos Professores José Augusto Ramos e José Varandas.

O Curso consta de cinco sessões, que decorrerão às quintas-feiras, de 19 de Janeiro a 16 de Fevereiro de 2012, entre as 18h00 e as 20h00, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A inscrição é de EUR40 para estudantes e de EUR60 para o público em geral. Os membros das entidades com as quais o Centro de História tem protocolos de colaboração usufruem também do preço para estudantes.

Para mais informações consultar o cartaz de divulgação.

Conferência "L’idea d'Italia negli autori augustei"



Conferência

"L’idea d'Italia negli autori augustei"

Prof. Doutor Paolo Fedeli
(Università degli Studi di Bari)

28 de Fevereiro. 15H00M
Anfiteatro III Faculdade de Letras
Cidade Universitária
1600-214 LISBOA


Entrada livre

Organização:
Centro de Estudos Clássicos
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
TEL (351)21 7920005
FAX (351)21 7920080
E-mail: centro.classicos@fl.ul.pt
Sítio electrónico: http://www.fl.ul.pt/unidades/centros/cec/

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Ciclo de conferências "Existência em Parménides e Platão"


Ciclo de Conferências "Existência em Parménides e Platão"


Prof. Doutor José Trindade Santos (Universidade Federal da Paraíba /CFUL)

Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Linha de Investigação: História da Filosofia

Local: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Datas e salas:

15 de Dezembro de 2011-sala 1.1
11 de Janeiro de 2012-sala 5.2 (sala de Mestrados)
16 de Fevereiro de 2012-sala 5.2 (sala de Mestrados)
2 de Março de 2012-sala 5.2 (sala de Mestrados).

Fonte aqui. Cartaz aqui.

domingo, 27 de novembro de 2011

Paraíso dos manuscritos gregos

Harley MS 5744,
início da Vida de Sófocles

Digitised Manuscripts da British Library: imagens de manuscritos em grego publicadas pela British Library. Projecto desenvolvido a partir do Greek Manuscripts Digitisation Project, fundado pela Stavros Niarchos Foundation.

"The 250 manuscripts initially selected for this project were chosen because they offered a good range of different types of Greek manuscript and included some notable highlights of the British Library's collection. These manuscripts, all from the Additional Manuscripts collection, were also at the time amongst the least accessible since they had not yet been catalogued to modern standards." Aqui.
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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Colóquio Internacional "A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura" - Programa


Colóquio Internacional "A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura. Uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade".

Faculdade de Letras – Anfiteatro III

5 a 7 de Dezembro de 2011


5 de Dezembro

9h30 — Recepção dos Participantes

10h00-10h15 — Sessão de Boas-Vindas

10h15-11h45

Aires A. Nascimento (Univ. Lisboa) — Ruy Belo

Paolo Fedeli (Univ. Bari) — Nuno Júdice e la riscrittura dell'antico

12h00-13h00

João Dionísio (Univ. Lisboa) — Sobre a erudição de D. Duarte (1391-1438)

Isabel Almeida (Univ. Lisboa) — Os clássicos n’Os Lusíadas e na Peregrinação: Para uma reflexão sobre a poética quinhentista

14h00-14h50

Thomas Earle (Univ. Oxford) — As comédias em prosa de Francisco de Sá de Miranda e de António Ferreira: um género clássico que se fez português.

15h00-16h25

Mafalda Maria Leal de Oliveira e Silva Frade e João Manuel Nunes Torrão (Univ. Aveiro) — Ovídio e os trovadores do Cancioneiro Geral

André Simões (Univ. Lisboa) — Os Clássicos na Literatura da Restauração: os Applausos da Universidade de Coimbra

Cláudia Teixeira (Univ. Évora) — Temas clássicos em Cândido Lusitano

16h40-18h05

Raquel Filipe (Univ. Aveiro) — Presenças clássicas em Manuel Maria Barbosa du Bocage

Ana Ferreira (Univ. Porto) — Medeia Segundo Bocage

Nuno Simões Rodrigues (Univ. Lisboa) — A Lucrécia de Garrett

18h20 — Leitura de Textos por

Luís Miguel Cintra

6 de Dezembro

09h30 – 10h55

Virgínia Soares Pereira (Univ. Minho) ­— O mito de Ceres em Feliciano e em Júlio de Castilho: Uma dupla (re)visitação

Ricardo Nobre (Univ. Aberta) — «Já Safo não seria!...»: figurações de Safo na poesia romântica portuguesa

J. Filipe Ressurreição (Univ. Lisboa) — O trágico na construção de um romance: caso de O Regicida, de Camilo Castelo Branco

11h10-12h35

Paula Morão (Univ. Lisboa) — Poetas portugueses de oitocentos na senda dos clássicos

Fátima Freitas Morna (Univ. Lisboa) — Um deserto exílio ou Narciso em tempo de Orpheu

Pedro Braga Falcão (Univ. Católica Lisboa) — Horácio revisitado: o silêncio e a música de Ricardo Reis

14h00-15h25

Manuel Ramos (Univ. Porto) — Miguel Torga: a via do mito

Maria do Céu Fialho (Univ. Coimbra) — Vergílio Ferreira e a Antiguidade Clássica

António Manuel Ferreira (Univ. Aveiro) — Ao contrário de Ulisses: Rui Knopfli

15h40-17h30

Ana Filipa Silva (Univ. Lisboa) ­— Divindades recriadas: ecos da cultura grega na poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

Ana Alexandra Alves de Sousa (Univ. Lisboa) — Mulheres gregas na poesia de Sophia

Jorge Deserto (Univ. Porto) — A cortina das palavras em Anfitrião outra vez, de Augusto Abelaira

Tatiana Faia (Univ. Lisboa) — Eidôla em Micenas: «Uma Limonada em Micenas» e «O Lugar dos Mortos» de Agustina Bessa-Luís

17h40 — Mesa-Redonda com

Hélia Correia, Lídia Jorge (a confirmar), José Mário Silva, Manuel Alegre, Mário de Carvalho e Vasco Graça Moura.

7 de Dezembro

09h30-10h30

José Ribeiro Ferreira (Univ. Coimbra) — Cassandra e Electra na poesia contemporânea: alguns exemplos

Teresa Carvalho (Univ. Coimbra) — Presenças clássicas na poesia de Vasco Graça Moura: da reverência à contrafacção irónica

10h45-11h45

Maria Cristina de Castro-Maia de Sousa Pimentel (Univ. Lisboa) — José Miguel Silva e José Mário Silva

Ana Sofia Albuquerque e Aguilar (Univ. Lisboa) — Bloom teve «os Gregos como antepassados, e isso nota-se»

12h00 — Sessão de Encerramento

Arnaldo do Espírito Santo (Univ. Lisboa)

Maria Helena da Rocha Pereira (Univ. Coimbra)

Entrada livre

Inscrição com certificado (5€) ou acreditação como acção de formação (20€) em literaturaclassica@fl.ul.pt

Mais informações
Centro de Estudos Clássicos
Faculdade de Letras
Cidade Universitária
1600-214 LISBOA
TEL (351)21 7920005
FAX (351)21 7920080
E-mail: centro.classicos@fl.ul.pt
Sítio electrónico: http://www.fl.ul.pt/unidades/centros/cec/
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Conferência "De Antígona ao homem sem qualidades"

Antígona e Ismene
Emil Teschendorff (1823-?)

Conferência "De Antígona ao homem sem qualidades"


Doutor Lenio Streck (Unisinos, Rio Grande do Sul)


11 de Novembro (sexta-feira) às 10:30, Sala D. Pedro V
Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa


Entrada livre, sujeita à lotação da sala.


Organização: Centro de Estudos Clássicos
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
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