terça-feira, 15 de abril de 2014

II Curso «A Vida no Antigo Egipto»


O Centro de História da Universidade de Lisboa, através dos seus Grupos de Investigação História Antiga e Memória Global e História Militar e das Relações Internacionais, divulga o II Curso A Vida no Antigo Egipto, coordenado pelos Professores Doutores Luís Manuel de Araújo e José Varandas.

O Curso consta de cinco sessões, que decorrerão todas as quintas-feiras, de 8 de maio a 5 de junho de 2014, entre as 18h00 e as 20h00, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A inscrição é de EUR 40 para os alunos da Faculdade de Letras Universidade de Lisboa e de EUR 60 para o público em geral. Os membros das entidades com as quais o Centro de História tem protocolos de colaboração usufruem também do preço para estudantes FLUL.

Mais informações:
Centro de História
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Cidade Universitária - Alameda da Universidade
1600-214 LISBOA / PORTUGAL
Tel.: 00351 21 792 00 00 (Extensão: 11610)
Fax: 00351 21 796 00 63
E-mail: centro.historia@fl.ul.pt
URL: http://www.centrodehistoria-flul.com
.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Seminários de Primavera de Textos Científicos Antigos


Ouranographia sive Caeli Descriptio, de Adriaan van Roomen (1591)
apresentação: Zaqueu Vieira Oliveira (Universidade Estadual Paulista / UNESP)
10 de Abril de 2014

Onirocriticon (Tratado dos Sonhos), de Artemidoro Daldiano (séc. II)
apresentação: Abel Pena (CEC-FLUL)
15 de Maio de 2014

Elementa geometriae, de André Tacquet (séc. XVII)
apresentação: Samuel Gessner (CIUHCT-CEC-FLUL)
5 de Junho de 2014


Sempre à Quinta-feira, pelas 14 horas.
Campo Grande, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, sala 8.2.10.
Entrada livre.


Seminários de entrada livre co-organizados com o Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia, Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa (CIUHCT).

Centro de Estudos Clássicos
Faculdade de Letras
Cidade Universitária
1600-214 LISBOA
TEL (351) 21 792 00 05 (Secretariado)
FAX (351)21 792 00 80
E-mail: centro.cla@letras.ulisboa.pt
Sítio electrónico: http://www.letras.ulisboa.pt/cec
.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Conferência sobre santuários rupestres de tradição indígena

CONFERÊNCIA

"A escrita como elemento cerimonial nos santuários rupestres de tradição indígena", proferida pela Dr.ª Maria João Santos

3 de Abril, às 15.00h, na sala 5.2 - Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

ENTRADA LIVRE

Informação:
Centro de Estudos Clássicos
Faculdade de Letras
Cidade Universitária
1600-214 LISBOA
TEL (351) 21 792 00 05 (Secretariado)
FAX (351)21 792 00 80
E-mail: centro.classicos@letras.ulisboa.pt
Sítio electrónico: http://www.letras.ulisboa.pt/cec
.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

I Curso História da Escrita


O Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, através do seu Grupo de Investigação História Antiga e Memória Global, divulga o I Curso de História da Escrita, coordenado pelos Professores Doutores Luís Manuel de Araújo e José Varandas.

O Curso consta de seis sessões, que decorrerão todas as quartas-feiras, de 5 de março a 9 de abril de 2014, entre as 18h00 e as 20h00, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A inscrição é de EUR 40 para os alunos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e de EUR 60 para o público em geral. Os membros das entidades com as quais o Centro de História tem protocolos de colaboração usufruem também do preço para estudantes FLUL.

Para mais informações é favor consultar o cartaz de divulgação acima ou contactar o secretariado dos Cursos do Centro de História através de e-mail, ou por telefone.

Centro de História
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Cidade Universitária - Alameda da Universidade
1600-214 LISBOA / PORTUGAL
Tel.: (+351) 21 792 00 00 (Extensão: 11610) - Fax: (+351) 21 796 00 63
E-mail: centro.historia@fl.ul.pt
URL: http://www.centrodehistoria-flul.com
.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Congresso Internacional «A Violência no Mundo Antigo e Medieval»


O Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em conjunto com o Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade Lisboa divulga o Congresso Internacional «A Violência No Mundo Antigo e Medieval».

O Congresso decorrerá entre os dias 17 e 19 de Fevereiro de 2014, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A entrada é livre, sendo de EUR20 a inscrição normal e EUR10 a inscrição especial (Estudantes e Associados Fórum Amigos do Centro de Estudos Clássicos) para aqueles que desejarem diploma de participação e material de apoio.

Programa aqui.

Para mais informações, poderão contactar o secretariado do congresso através do endereço: centro.classicos@fl.ul.pt
.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Euclides em Portugal - Euclides na China


Euclides em Portugal - Euclides na China
A interpretação de Euclides nos séculos XVI e XVII

27 de Janeiro de 2014
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Sala D. Pedro V

Mais informações no cartaz ou em:
Centro de Estudos Clássicos
Faculdade de Letras
Cidade Universitária
1600-214 LISBOA
TEL (351) 21 792 00 05 (Secretariado)
FAX (351)21 792 00 80
E-mail: centro.classicos@fl.ul.pt
Sítio electrónico: http://www.fl.ul.pt/cec/
.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A Literatura do Império Médio em Português



No próximo dia 22 de Janeiro, pelas 18.00 horas, o Doutor Telo Ferreira Canhão falará sobre a sua produção literária, dedicada ao estudo da literatura do Império Médio. Como director da revista Hapi, apresentará igualmente a referida revista.

Entrada Livre - Organização: GAMNA

Morada e Contactos:
Museu Nacional de Arqueologia
Edifício do Mosteiro dos Jerónimos
Praça do Império
1400-206 Lisboa

Tel: 213620000
Fax: 213620016

www.mnarqueologia-ipmuseus.pt/

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Banhos judaicos medievais descobertos em Coimbra

Imagem Público

«Técnicos da autarquia descobriram por acaso na cave de um prédio o que parece ser uma pequena piscina medieval para uso ritual de mulheres judias.

Uma rotura de canos num prédio de Coimbra levou à descoberta do que se julga ser uma estrutura medieval destinada a banhos rituais femininos judaicos. Esta espécie de pequena piscina para fins religiosos apareceu na cave de um edifício da Rua do Visconde da Luz, na área da antiga judiaria da cidade, e está surpreendentemente bem preservada.

O arqueólogo Jorge Alarcão diz que, neste estado de conservação, “pode ser caso único em Portugal”. E o presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, embora ressalve que “o estudo do achado ainda está a decorrer”, admite que se trate da “descoberta arqueológica mais importante que se fez em Coimbra ao longo dos últimos 70 anos”.

Ou seja, depois da descoberta do criptopórtico romano, agora devidamente recuperado e visitável no recentemente reaberto Museu Nacional Machado de Castro, o achado destes banhos judaicos promete oferecer mais uma peça importante ao património de Coimbra. Mas ainda há muito a fazer. Neste momento, explica Manuel Machado, “está-se ainda a identificar os proprietários e os direitos envolvidos, uma vez que não havia qualquer registo daquela existência”. O autarca explica que o que agora se descobriu “está na cave de um prédio particular, ao lado da Ourivesaria Marialva”, mas alerta para a possibilidade de a investigação poder vir a revelar que este tanque integra um conjunto mais vasto, cuja área abranja também o subsolo de outros edifícios da zona.

O que para já se trouxe à luz parece ter boas possibilidades de ser um dos mais antigos banhos rituais judaicos (mikvá) descobertos na Europa, já que tudo indica que não seja posterior ao século XIV. E se efectivamente se destinava a banhos rituais femininos, é ainda mais raro.

A comunidade judaica está documentada em Coimbra desde tempos anteriores à nacionalidade, e sabe-se que a Rua de Visconde da Luz, outrora chamada do Coruche, era um dos limites da chamada judiaria velha, que terá sido desactivada no reinado de D. Fernando I, por volta de 1370. Daí que Jorge Alarcão acredite que estes banhos “já funcionavam certamente antes do tempo de D. Fernando”.

Avaria providencial

Se há males que vêm por bem, pode dizer-se que foi o caso com o rebentamento dos canos de esgoto de um prédio da Rua do Visconde da Luz, mais precisamente o n.º 21. Quando os técnicos municipais da Divisão de Promoção e Reabilitação da Habitação foram tentar resolver o problema, viram-se na necessidade de aceder a um espaço fechado nas traseiras do edifício. A divisão não seria usada há muito e foi preciso arrombar uma porta de metal. Verificou-se, então, que se tratava da entrada para uma cave, à qual se acedia por um lance de escadas em pedra. Nesta cave, uma nova abertura conduzia ainda mais abaixo, ao que parecia ser uma fonte de chafurdo ou mergulho (fontes das quais tradicionalmente se tirava água submergindo as próprias vasilhas).

Alertado o Gabinete para o Centro Histórico, foram feitas duas visitas ao local nos dias 18 e 19 de Novembro, que envolveram técnicos de várias especialidades, incluindo a arqueóloga Raquel Santos, a historiadora de arte Luísa Silva e o técnico de conservação e restauro Manuel Matias.

O que encontraram foi uma gruta natural de calcário, aparentemente utilizada para vários fins ao longo dos tempos. E quando desceram os degraus e viram a pequena piscina, começaram por admitir que pudesse efectivamente tratar-se de uma fonte de chafurdo. Mas à medida que investigavam mais minuciosamente o local, foi-se tornando evidente que aquele era um espaço que fora cuidadosamente concebido.

Por cima da cabeceira do tanque, descobriram-se mesmo vestígios muito razoavelmente conservados de um antigo fresco com motivos florais. Os técnicos estão convencidos de que esta pintura datará provavelmente dos séculos XVI ou XVII e corresponderá à última fase de utilização ritual deste tanque.

Dado que a estrutura se encontra na área da judiaria velha, e parece corresponder perfeitamente às descrições dos banhos de purificação judaicos da época, a convicção actual é de que se trata mesmo de uma mikvá (também grafado mikvah ou mikveh). Os frescos, e a própria dimensão reduzida do tanque, apontam para que fosse usado por mulheres.

A descoberta já foi comunicada à Direcção Regional de Cultura do Centro e, neste momento, segundo Manuel Machado, a prioridade é identificar todos os eventuais proprietários envolvidos, estudar o achado, garantir a sua preservação e verificar se não faz parte de um sistema mais amplo.

A fraude holandesa

E os próximos tempos servirão também para se confirmar de modo mais inequívoco que se trata mesmo de banhos rituais judaicos. Há precedentes de descobertas semelhantes cuja autenticidade veio a ser contestada. É o caso da mikvá da cidade holandesa de Venlo, descoberta em 2004, datada do século XIII e publicitada como a mais antiga do país.

O município gastou cerca de dois milhões de euros em obras de restauro e na construção de uma nova ala no museu municipal, onde os supostos banhos medievais judaicos iriam ser admirados. Mas afinal parece que a cave em causa nunca fora utilizada para quaisquer rituais judaicos e que o arqueólogo municipal fora instruído pelos seus superiores para defender a tese de que se tratava de uma mikvá e silenciar quaisquer hipóteses alternativas.

O que é significativo neste recente caso holandês é verificar-se que a descoberta de uma mikvá medieval é considerada suficientemente relevante para levar poderes públicos a tentar confirmá-la por meios fraudulentos. Com o turismo cultural judaico em franco crescimento, este é um tipo de achado que pode tornar-se altamente rentável. E a suposta mikvá de Venlo tinha ainda a adicional importância simbólica de atestar a existência de uma comunidade judaica fortemente estruturada muito antes da chegada ao país dos judeus fugidos de Espanha e Portugal.

Aquela que é reconhecidamente a mais antiga mikvá conhecida na Europa é a de Siracusa, na Sicília, que datará provavelmente do século VII. Bastante mais antigos são os banhos rituais judaicos descobertos em 2009 em Jerusalém, uma estrutura de grandes dimensões que se crê ser anterior à destruição do segundo Templo, em 70 d.C..

Nos meios do judaísmo ortodoxo a mikvá, que tem de ser alimentada por uma fonte natural de água, desempenha ainda hoje um papel importante. As mulheres usam as que lhes são destinadas para recuperar a “pureza ritual”, designadamente após o ciclo menstrual ou depois de um parto. Os regulamentos obrigam a que todo o corpo entre em contacto com a água e as mikvá actuais têm geralmente uma funcionária encarregada de ajudar as mulheres a cumprir correctamente este e outros preceitos.»

Fonte: jornal Públicoaqui.
.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

«Eros, Violence, Narrative, and the Roman Novel»


«Eros, Violence, Narrative, and the Roman Novel»

Coimbra, 6 de Dezembro de 2013 
Sala do Instituto de Estudos Clássicos da Universidade de Coimbra

9.45: abertura
10h: José Luís Brandão: “Romancing violence in Suetonius” (Coimbra - CECH) 
11h: Costas Panayotakis: “Pain and pleasure in the life of Encolpius” (University of Glasgow)
12h: Delfim Leão: “Typology of violence in Petronius” (Coimbra - CECH)

Intervalo para almoço

14.30: Gabriella Moretti: “Curiositas e romanzo: Meroe, Aristomene e il nome di Socrate” (Università degli Studi di Trento)
15.30: Cláudia Teixeira: “Violence in Apuleius’ Metamorphoses” (Évora - CECH)
16.30: Stelios Panayotakis: “Family violence in the story of Apollonius, king of Tyre” (University of Crete)

Fonte aqui.
.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Conferência «A polissemia dos monumentos epigráficos romanos através dos séculos»


Conferência do Professor José Cardim Ribeiro
«A polissemia dos monumentos epigráficos romanos através dos séculos.
Casos dos campos ocidentais de Felicitas Iulia Olisipo»

2 de Dezembro | 16.00h | Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, sala 5.2.

Cidade Universitária
1600-214 LISBOA
.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

ARQUEOLOGIA DA MORTE - Crenças e práticas funerárias na Antiguidade


PROGRAMA

19 de Novembro: A BELEZA NA MORTE: ARTEFACTOS DE TOILETTE E COSMÉTICA NOS ESPÓLIOS FUNERÁRIOS DO ANTIGO EGIPTO | Sara Rodrigues

26 de Novembro: O MITO DE ORFEU: POESIA, AMOR E MORTE | Marta Várzeas

3 de Dezembro: ATAÚDES E SARCÓFAGOS NO ANTIGO EGIPTO: DA MORADA ETERNA À CONQUISTA DA IMORTALIDADE | Rogério Sousa

10 de Dezembro: MEMÓRIA, MONUMENTOS E MORTE EM ROMA | Belmiro Fernandes Pereira

17 de Dezembro: VISITA GUIADA AO NÚCLEO EGÍPCIO DA UNIVERSIDADE DO PORTO | Rogério Sousa

Local: sala CITCEM, 18h

Preço: 25€ | Mínimo de participantes: 15
Local de inscrição: Secretariado CITCEM (Torre A, R/C, sala 113)

Mais informação aqui.
.

Conferência “Filohelenismo en Fuegos de Marguerite Yourcenar”


«Conferência do Professor Ramiro González Delgado, “Filohelenismo en Fuegos de Marguerite Yourcenar”, docente da Universidad de Extremadura, a ter lugar na Sala de Vídeo da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no dia 2 de Dezembro (segunda-feira), às 11h30m.

A entrada é livre e sujeita à lotação da sala.»

Faculdade de Letras
Cidade Universitária
1600-214 LISBOA 
.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

II Colóquio Internacional «A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura»



II COLÓQUIO INTERNACIONAL
A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura: 
uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade

4-6 de Dezembro de 2013 | Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Escritores Convidados
Lídia Jorge
Nuno Júdice
Jaime Rocha
Ivone Mendes da Silva

Conferencistas Convidados
Federico Bertolazzi (Universidade de Roma, Tor Vergata) 
Tobias Brandenberger (Georg-August-Universität Göttingen) 
Helena Carvalhão Buescu (Universidade de Lisboa) 
Luís Cerqueira (Universidade de Lisboa)
Sérgio Nazar David (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) 
Rui Carlos Fonseca (Universidade de Lisboa) 
Mário Garcia (Universidade Católica Portuguesa — Braga) 
Ana Maria Lóio (Universidade de Lisboa) 
Maria José Lopes (Universidade Católica Portuguesa — Braga) 
Rita Marnoto (Universidade de Coimbra) 
Fernando J. B. Martinho (Universidade de Lisboa) 
Serafina Martins (Universidade de Lisboa) 
José Cândido Oliveira Martins (Universidade Católica Portuguesa — Braga) 
Ofélia Paiva Monteiro (Universidade de Coimbra)
Belmiro Fernandes Pereira (Universidade do Porto) 
Maria Helena da Rocha Pereira (Universidade de Coimbra) 
Ana Paula Pinto (Universidade Católica Portuguesa — Braga)
Ana Maria Tarrío (Universidade de Lisboa)
Marta Várzeas (Universidade do Porto)


«Dado que os estudos da recepção da cultura greco-romana na cultura ocidental têm conhecido uma enorme vitalidade ao longo das últimas décadas, alterando de modo significativo a forma de entendimento das civilizações clássicas e da dinâmica das literaturas modernas, a Área “Antiguidade Clássica: textos e contextos” do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa organiza o II Colóquio Internacional A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura: uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade. É nosso propósito alargar a discussão em torno da presença clássica na literatura portuguesa, na sequência do trabalho iniciado na primeira edição do colóquio, cujos resultados estão já publicados.

A Comissão Organizadora desafia a comunidade académica, especialistas em Estudos Portugueses ou em Estudos Clássicos, a participar no colóquio onde se debatem os resultados da investigação nesta área científica, para debater e actualizar os estudos da recepção de diferentes formas e motivos, confirmando que a presença e pervivência da Antiguidade greco-latina na literatura portuguesa vence fronteiras estéticas e cronológicas, pois ela é sensível não apenas em grandes nomes, como Luís de Camões ou Fernando Pessoa, mas em diversas épocas e movimentos literários.

Para assistir ao colóquio e beneficiar de um certificado de participação, com direito a materiais de apoio, deve oficializar o seu interesse para o email   literaturaclassica@fl.ul.pt, contacto que deve ser utilizado para mais informações. O valor da inscrição é de 20 € (preço de estudante: 10 €).»

Comissão Científica
Arnaldo do Espírito Santo
Cristina Pimentel
Maria Helena da Rocha Pereira
Paolo Fedeli
Paula Morão
Thomas Earle

Comissão Organizadora
Cristina Pimentel e Paula Morão (Coordenação)
Ana Matafome (Secretariado executivo)
Alice Costa
Ana Filipa Silva
Ana Maria Lóio
J. Filipe Ressurreição
Ricardo Nobre
Rui Carlos Fonseca

Mais informação aqui.
.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Colóquio Multidisciplinar «Platão - A Odisseia da Dialéctica»


Platão: A Odisseia da Dialéctica | Encontros e cruzamentos de saberes

COLÓQUIO MULTIDISCIPLINAR NA FACULDADE DE LETRAS

EVOCATIVO DO 2400º ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DA ACADEMIA DE PLATÃO

Anfiteatro III da Faculdade de Letras da UL | Cidade Universitária
Terça-feira, 26 de Novembro, das 10h30 às 17h30

Apresentação do Projecto «Platão: A Odisseia da Dialéctica»
Paulo Alexandre Loução (IIH)

Comunicações | Manhã| 10h30-13h00

Moderação: Carolina Soares (IPAEHI/FLUL)

FOI A ACADEMIA DE PLATÃO PLATÓNICA?
António Pedro Mesquita (CFUL / Director do Dep. Filosofia da UL)

SACRIFÍCIOS E TRANSMIGRAÇÕES.
PLATÃO À LUZ DOS MITOS ÓRFICOS E UPANIṢÁDICOS
Ricardo Louro Martins (CHUL/IPAEHI/CEOV). 

AEGYPTOS & PLATÃO: A INSPIRAÇÃO DA TRADIÇÃO EGÍPCIA
NO PENSAMENTO PLATÓNICO
Rogério Sousa (CHUL / CECH-UC)

Comunicações | Tarde| 15h00-17h30

Moderação: João Camacho (IPAEHI/FLUL) 

HENRY CORBIN, O NEOPLATONISMO PERSA E A ACTUALIDADE
DO «MUNDO IMAGINAL»
Paulo Loução (IIH)

LUÍS DE CAMÕES E PLATÃO
Maria Vitalina Leal de Matos (FLUL) 

O NEOPLATONISMO SETHIANO DE NAG HAMMADI
António de Macedo (CLEPUL)

NEOPLATONISMO NAS TRÊS RELIGIÕES DO LIVRO:
Gnose cristã, kabbalah judaica e sufismo islâmico
José Manuel Anes (UL&L)

METÁFORAS PLATÓNICAS, ECOS DE UMA SABEDORIA ETERNA
José Carlos Fernández (OINAPO)

Organização:
Instituto Internacional Hermes

Apoio:
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Organização Internacional Nova Acrópole de Portugal
Instituto Prometheus
Centro de Estudos Orientais Vyasa

Mais informação aqui.
.

Colóquio Internacional "Teatro: Estética e Poder"


«Privilegiada expressão estética, literária e filosófica, o teatro ocupa, desde a antiga Grécia, lugar central não apenas enquanto criação do espírito, que encerra em si o desenho das paixões humanas e dos mordazes risos que as podem acompanhar, mas também enquanto fenómeno político no qual é perceptível o pulsar da sociedade.

Voz individual, de perplexidade ou de resistência, de troça ou de inquietação, mas também voz política e colectiva, porque na polis se enraíza e na polis imprime a sua força, a representação teatral é realidade complexa, objecto de múltiplas análises e perspectivas.

O presente colóquio pretende constituir ocasião propícia a uma reflexão sobre o teatro nas suas múltiplas dimensões performativa, literária, filosófica, histórica, ideológica, política e social e a sua relação com as outras artes.

Convidamos-vos, pois, a assistir às sessões dos dias 21 a 23 de Novembro, na FLUL. »

O programa e todas as informações actualizadas estão disponíveis aqui.

A Comissão Organizadora
.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Conferência: «Entre o Nilo e a Mesopotâmia. A alvorada do azulejo (4000-400 a.C.)»


Entre o Nilo e a Mesopotâmia. A alvorada do azulejo (4000-400 a.C.)

«Nascido em simultâneo no Egito e no Próximo Oriente, provavelmente antes de 4000 antes da nossa era, o trabalho com materiais vítreos consiste na cozedura da sílica (geralmente areia) e de um fundente, a fim de obter objetos vidrados reluzentes, coloridos com óxidos metálicos. Diversas técnicas – como a faiança siliciosa, a frita, o vidro, a cerâmica vidrada – foram desenvolvidas particularmente no segundo milénio, tornando-se na expressão da civilização internacional no Mediterrâneo oriental. Artesãos especializados fabricam vasos, objetos decorativos, instrumentos para rituais, mobiliário funerário, painéis de decoração arquitetónica. As oficinas reais egípcias dominam uma paleta cromática muito alargada de tons pastel, ao passo que, no Levante, a Mesopotâmia e o mundo Egeu partilham um gosto por objetos idênticos, difundidos por via diplomática, pelos casamentos de príncipes, pelas trocas comerciais ou através dos despojos de guerra. Com os grandes impérios do primeiro milénio, Babilónia, Assur e Pérsia, os artesãos de faiança trabalham ao serviço da ideologia imperial em prol de grandes decorações urbanas. Os contactos com o mundo grego, promovidos pelo comércio fenício (séc. VIII-VI a.C.) e, posteriormente, através das conquistas asiáticas de Alexandre, o Grande (séc. IV a.C.), darão a conhecer estas técnicas milenares ao Ocidente.»

Conferência por Annie Caubet (Conservadora Geral Honorária no Museu do Louvre)

Fundação Calouste Gulbenkian 
4 de novembro, 18h00
Auditório 3

Mais informação aqui.
.

Seminários de Outono de Textos Científicos Antigos


SEMINÁRIOS DE OUTONO DE TEXTOS CIENTÍFICOS ANTIGOS

8 de Novembro de 2013
De institutione musica, de Boécio (c. 480 - 525)
apresentação: Luís Cerqueira (CEC-FLUL)

6 de Dezembro de 2013
Catoptrica, de Euclides (c. 323 – 283 a.C.)
apresentação: Bernardo Mota (CEC-FLUL)

10 de Janeiro de 2014
Summa Astrologica (1532), de António de Najera
apresentação: Helena Avelar (IEM, FCSH-UNL)

Sempre à Sexta-feira, pelas 14 horas.
Campo Grande, FCUL, edifício C8, sala 8.2.11

Entrada livre.

Informações:
Centro de Estudos Clássicos
Faculdade de Letras
Cidade Universitária
1600-214 LISBOA
TEL (351)21 792 00 00 (geral) / 21 792 00 05 (Secretariado)
FAX (351)21 792 00 80
E-mail: centro.classicos@fl.ul.pt
Sítio electrónico: http://www.fl.ul.pt/cec/
.